domingo, 6 de abril de 2014

ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO










ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO 

06/04/2014


Papa envia mensagem à devotos de São José de Anchieta 0

Papa envia mensagem à devotos de São José de Anchieta / Arqrio
O Papa Francisco enviou uma mensagem aos fiéis reunidos no Santuário Nacional de Anchieta, que aguardavam a notícia da canonização do Apóstolo do Brasil. 
Uma salva de palmas e o repicar dos sinos acompanharam a leitura da mensagem do Pontífice, que foi assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin. 

>>> Papa assina decreto que torna José de Anchieta santo
>>> Fé e confiança em Deus trouxeram José de Anchieta ao Brasil, diz Dom Orani
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No texto, Francisco recorda as “incontáveis peripécias, dificuldades e perigos” que o missionário jesuíta enfrentou, revelando que seu segredo era a fé, “alicerçada no Senhor Jesus com quem se encontrava e a quem se unia na Eucaristia”.
O Santo Padre “encoraja todos os seus devotos a tornarem-se discípulos-missionários de Jesus, sobre todos implorando, pela intercessão de São José de Anchieta, a constante assistência divina em penhor da qual lhes concede uma particular Bênção Apostólica”. 
Eis a íntegra da mensagem:
"Sua Santidade o Papa Francisco saúda com particular afeto os fiéis reunidos no Santuário Nacional de Anchieta para agradecer à Santíssima Trindade a canonização do 'Apóstolo do Brasil', a quem pede que lhes alcance de Deus a graça de viverem como ele ensinou. 

Na sua existência, enfrentou incontáveis peripécias, dificuldades e perigos com o mesmo espírito de São Paulo. «Nada é difícil – lê-se numa carta do nosso amado Santo – para aqueles que acalentam no coração e têm como fim único a glória de Deus e a salvação das almas, pelas quais não hesitam em dar a sua vida». 

O segredo deste homem era a fé, alicerçada no Senhor Jesus com quem se encontrava e a quem se unia na Eucaristia. Isto era possível porque se entregara a Nossa Senhora, deixando-A tomar conta dele enquanto ele nutria um terníssimo amor por Ela. 

Ao lembrar-lhes o exemplo deste incansável evangelizador, o Santo Padre encoraja todos os seus devotos a tornarem-se discípulos-missionários de Jesus, sobre todos implorando, pela intercessão de São José de Anchieta, a constante assistência divina em penhor da qual lhes concede uma particular Bênção Apostólica. 
Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado".
Sobre o Santuário Nacional de Anchieta

O Santuário localiza-se numa encosta do morro do Rio Benevente, na antiga aldeia de Reritiba, núcleo histórico da atual cidade de Anchieta. No Santuário, encontra-se a igreja de Nossa Senhora da Assunção, título de devoção de Anchieta, que foi erguida em 1564 para servir de escola de catequização de índios. O altar conserva parte de sua pintura original e, nos fundos, uma escada leva até a "cela" - quarto onde o beato viveu e morreu.
O santuário inclui um museu com imagens e antigos objetos litúrgicos. 






Arquidiocese do Rio de Janeiro





domingo, 2 de março de 2014

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

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Barbosa critica colegas e diz que teria assinado prisão de João Paulo
Barbosa critica colegas e diz que teria assinado prisão de João Paulo
'Condenado ganhou quase um mês de liberdade'



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Atualizado: 22/01/2014 14:36 | Por estadao.com.br

Barbosa critica substitutos e diz que teria assinado prisão de João Paulo

De férias, presidente do STF afirma que não teve tempo de assinar pedido para executar pena do ex-presidente da Câmara, condenado pelo mensalão
Barbosa critica substitutos e diz que teria assinado prisão de João Paulo
"Sem citar nomes, Joaquim Barbosa, criticou seus colegas do STF"
PARIS - Sem citar nomes, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, criticou nesta quarta-feira, 22, os ministros Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski, que o sucederam no comando interino da instituição, por não terem assinado o mandado de prisão do deputado e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no processo do mensalão. Barbosa realizou seu último expediente no dia 6, quando negou os recursos da defesa do parlamentar. Depois disso, nada mais foi feito, e o deputado segue em liberdade.
"Se eu estivesse como substituto jamais hesitaria em tomar essa decisão", disparou, comentando a seguir a decisão da ministra Cármen Lúcia. "Não sei qual foi a [sua] motivação. Ela não me telefonou, não falou comigo", disse ele. "A verdade é esta: o presidente do STF responde pelo tribunal no período em que estiver lá, à frente. Responde sobretudo a questões urgentes. Se é urgente ou não é avaliação que cada um faz", afirmou.
Barbosa está oficialmente em férias desde o dia 7 e foi substituído interinamente pela ministra Cármen Lúcia. Desde segunda-feira, 20, o ministro Ricardo Lewandowski a substituiu na função, mas nenhum dos dois assinou o mandado de prisão. Para a defesa de João Paulo Cunha e para integrantes do STF, o regimento interno da instituição obriga que o relator do processo, no caso Joaquim Barbosa, seja o responsável pela assinatura do mandado de prisão do condenado.
Para Barbosa, a decisão de prender o deputado poderia ter sido tomada por qualquer ministro da Corte que o substituísse. "Eu assinei, terminei a decisão pouco antes das 6h da tarde (de 6 de janeiro). Meu voo era às... saí de casa à 1h da manhã", explicou, detalhando o cronograma de sua partida para o exterior, no dia 7. "Só depois de divulgada a decisão é que se emite o mandado e se fazem as comunicações à Câmara dos Deputados e ao juiz da Vara de Execuções. Nada disso é feito antes da decisão. Portanto eu não poderia ter feito isso, porque já estava voando para o exterior", argumentou.
O presidente do STF, que interrompeu as férias para participar de encontros políticos e de palestras em Paris e Londres, reclamou ainda do que chamou de "personificação" das decisões relativas ao mensalão. "É bom que os brasileiros saibam o seguinte: a figura do presidente do STF não se confunde com o STF. Aquilo é uma obra coletiva", ressaltou. "Todos os atos que eu venho praticando na ação penal 470 [mensalão] tem sido praticados por delegação do colegiado. Não é ato de Joaquim Barbosa. Qualquer ministro que estiver lá, de plantão, pode praticar o ato."
O magistrado ainda prosseguiu: "O que está havendo é uma tremenda personalização de decisões que são coletivas, mas que querem transformar em decisões de Joaquim Barbosa". Questionado sobre se essa situação o incomodava, respondeu: "Nem um pouco". Mas, a seguir, ressaltou o impacto da falta de uma decisão sobre o mandado de prisão de João Paulo Cunha. "Qual é a consequência concreta disso? A pessoa condenada ganhou quase um mês de liberdade a mais."